quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Fontes de Informação

Fontes Primárias


Podemos fazer contato com especialistas do assunto, e entrevistai-los para conseguir informações. Alguns exemplos são: Prof. Dalton Felipini, Autor de 5 livros sobre o assunto. O grupo pode também participar de palestras sobre internet e e-commerce, para coletar dados com o palestrante, como por exemplo Rob Siefker, diretor de satisfação de clientes do Zappos.com, referência internacional de e-commerce de calçados.


Podemos também fazer um benchmarking com as empresas que atuam no mesmo setor, como Enjoei.com, Bolsa de Mulher, Groupon, Americanas.com, Mercado Livre. O grupo pode marcar de conhecer a empresa, entender seus processos, modelo de negócio, além de conversar com quem trabalha lá.


Além disso, podemos ir a campo pesquisar os hábitos de consumo, o comportamento do consumidor em relação ao uso da internet, e o consumo de arte no nosso público-alvo. Baseado nos dados coletados, serão feitos gráficos, tabelas e relatórios.


O Grupo também pode conversar com curadores de museus como o MASP, ou a Pinacoteca de São Paulo, que podem dar um panorama sobre o consumo de arte e cultura no Brasil. Donos de leilões de arte, antiquários também podem ser consultados. Além disso, formadores de opinão em arte, como artistas plásticos e críticos de arte também podem ser entrevistados.


Secundárias


A grupo pode coletar dados de revistas que tratem tanto de e-commerce quanto de empreendedorismo, como a Exame, a Época, Pequenas empresas Grandes Negócios, E-commerce Brasil, entre outras, que publicam esporadicamente sobre o assunto.


A Pesquisa também pode ser feita nos mais de 90 artigos publicados sobre o assunto no site http://www.e-commerce.org.br. Ou pesquisar no livro on-line sobre e-commerce publicado neste site. Programas de TV como PEGN, Giro Business, também podem ser uma opção de fonte para nossa pesquisa, uma vez que discutem sobre o assunto em suas pautas, e estão sempre atualizados.


Pesquisar tendências de arte em Blogs, Sites especializados, e manter contato com as associações de arte do Brasil, como a ANAP, Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas, ou a Associação Amigos do Museu de Arte Moderna.

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